10 de set. de 2020

Tomate, óleo e arroz mais caros: aumento no preço de alimentos surpreende brasileiros

Preço do arroz impacta nas compras dos brasileiros (Pixabay)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira (9) a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o percentual foi de 0,24%.

O resultado ficou abaixo do registrado em julho, de 0,36%. Apesar disto, trata-se da maior taxa para um mês de agosto desde 2016, quando ficou em 0,44%.

No ano, o IPCA acumula taxas de inflação de 0,70%, e de 2,44% em 12 meses. Em agosto, a inflação foi influenciada principalmente pelo aumento de custos dos transportes (0,82%) e dos alimentos (0,78%).

O preço dos alimentos vem surpreendendo os brasileiros nas últimas semanas. Os destaques nos aumentos são do tomate (12,98%), óleo de soja (9,48%), leite longa vida (4,84%), frutas (3,37%), carnes (3,33%) e arroz (3,08%).

Houve queda nos valores de outros itens, como cebola (-17,18%), alho (-14,16%), batata-inglesa (-12,40%) e feijão-carioca (-5,85%), além da refeição fora de casa (-0,11%).

Outros setores

Na área de transportes, os itens com alta de preços foram a gasolina (3,22%), o óleo diesel (2,49%), o etanol (1,29%) e os serviços de transportes por aplicativo (0,37%).

Também foi registrada inflação nos gastos com habitação (0,36%), puxados pelo aluguel residencial (0,32%) e pela energia elétrica (0,27%); em artigos de residência (0,56%), saúde e cuidados pessoais (0,50%) e comunicação (0,67%). Caíram de preço os setores de vestuário (-0,78%), despesas pessoais (-0,01%) e educação (-3,47%).

Da redação | PE+ Notícias
Com informações do NE10 Interior

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