11 de jul. de 2020

Igrejas e templos religiosos reabrem no Agreste a partir de segunda-feira (13)

Governo de Pernambuco deixa reabertura de parques e praças na região a cargo dos prefeitos

Foto: Paulinho Bossa
A partir da próxima segunda-feira (13), as cidades do Agreste do estado, que estavam na etapa 2 do Plano de Convivência com a Covid-19, avançam para a etapa 4. Além de permitir o funcionamento das lojas de varejo de rua, os salões de beleza e estética, comércio de veículos, incluindo serviço de aluguel e vistoria, com 50% da carga, construção civil com 100% do efetivo, shoppings centers com atendimento presencial, o avanço permite a retomada das celebrações religiosas em templos e igrejas.

Fica determinado também, para as cidades do Agreste, que a regulamentação do acesso a parques, praças e calçadões estará a cargo dos municípios desta macrorregião. As prefeituras devem seguir os protocolos para o restabelecimento das atividades de maneira gradual.

Os espaços religiosos precisarão seguir um rígido protocolo, com uma série de medidas preventivas, e limitar o público a 30% de sua capacidade, podendo chegar ao limite de 50 pessoas nos templos de até mil lugares e 300 pessoas nos locais com capacidade acima de mil lugares.

Logo na entrada, deve ser realizado o controle do fluxo de pessoas e, na hipótese de formação de filas, deve haver demarcação para manter o distanciamento mínimo. Sempre que possível, as portas de entrada devem ser distintas das de saída, havendo sinalização de sentido único, de modo a evitar que as pessoas se cruzem.

Entre as regras estabelecidas, está a adoção de um intervalo mínimo entre as celebrações, que deve ser de três horas, tanto para evitar aglomeração quanto para garantir uma efetiva limpeza do ambiente. 
“Essas atividades devem obedecer as medidas sanitárias priorizando, além do distanciamento, os protocolos de higiene, com cadeiras e bancos de uso individualizado, em quantidade compatível com o número de participantes, por exemplo”, explicou o secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo.
Os bancos de uso coletivo devem ser reorganizados e demarcados de forma a garantir o afastamento recomendado. Antes, durante e depois da realização das celebrações religiosas devem ser evitadas práticas de aproximação entre as pessoas e outras formas de contato físico, como dar as mãos, beijos, abraços, apertos de mãos, entre outros.

Da redação | PE+ Notícias
Com informações do Diario de Pernambuco

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