21 de ago de 2017

Eclipse solar poderá ser visto parcialmente no Nordeste na tarde desta segunda (21)


Nesta segunda-feira (21), os moradores de uma faixa de terra dos Estados Unidos verão um sol negro. É o eclipse solar total, um dos fenômenos mais aguardados pela agência espacial americana (Nasa) neste ano. No Brasil, ele será visto de forma parcial -- quanto mais ao Norte, mais coberto estará o sol.

De acordo com a Nasa, o fenômeno poderá ser observado por 500 millhões de pessoas de forma total ou parcial: 391 milhões nos Estados Unidos, 35 milhões no Canadá e 119 milhões no México (além da América Central e parte da América do Sul).

No topo do Brasil, no monte Caburaí, o eclipse será parcial: cerca de 50% de escuridão. O trecho contemplado pela penumbra chega até Brasília, mas com apenas 1,96%. Nestas regiões com baixo índice, os observadores podem, talvez, notar apenas uma diminuição do brilho do sol. Este é o segundo e último eclipse registrado neste ano: o primeiro ocorreu em 26 de fevereiro.

Os pesquisadores lembram que, seja no eclipse total ou parcial, é preciso cuidado na observação. Nunca se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção — velhos negativos de filmes fotográficos e chapas de radiografias não funcionam para a proteção adequada. Estudos indicam que menos de 30 segundos de observação direta podem ser suficientes para provocar danos permanentes na retina, incluindo a cegueira. E o uso de binóculos ou telescópios potencializam os riscos.

Transmissão pela NASA
De acordo com a NASA, cerca de 500 millhões de pessoas poderão observar o eclipse de forma total ou parcial. Quem não estiver nas áreas de abrangência, mas tiver interesse em acompanhar o fenômeno, poderá ver a transmissão ao vivo pelo NASA App. A agência espacial também vai disponibilizar o streaming em suas páginas no Facebook, Twitter, Twitch, Ustream e YouTube.

Assista:
A próxima vez será em agosto de 2045. Em 2 de julho de 2019, um eclipse total vai cruzar o Chile e a Argentina, sendo visto parcialmente das regiões Sul e Sudeste, incluindo o Rio de Janeiro. O fenômeno se repetirá em 2020.

Da redação | PE mais

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