7 de jul de 2017

Evilásio Araújo completa 4 contas rejeitadas na Câmara de Vereadores de Taquaritinga do Norte

Câmara de vereadores de Taquaritinga do Norte | Foto:Assessoria Câmara/Taquaritinga
Na manhã de ontem, quinta-feira (06), foi realizada a sessão em que a Câmara de Vereadores de Taquaritinga do Norte apreciou as contas do exercício 2009 do ex-prefeito Evilásio Araújo (PSB). As contas foram enviadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE) mais uma vez com recomendação de rejeição. Desta vez apenas três vereadores votaram a favor do ex-gestor e 7 vereadores seguiram a recomendação do parecer do TCE.

No exercício de 2009, o TCE aponta Irregularidades na contabilização e no recolhimento das contribuições previdenciárias patronais devidas ao RGPS, Descumprimento do limite legal da despesa com pessoal e Aplicação inferior ao mínimo exigido na remuneração dos profissionais do magistério com recursos do FUNDEB, além do Pagamento de multa e juros sobre contribuições previdenciárias.

De acordo com parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que pedia a rejeição das contas, o prefeito teria ultrapassado o limite do gasto com pessoal, descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de atingir o percentual de 67,40% dos gastos no final do 3° quadrimestre.

Os vereadores que votaram de acordo com o parecer do TCE foram, Borges (PSD), Claudinho de Tontom (PSD), Dé Cumaru (PSD), Helio de Novo (SD), Professor Jurandi (PTB), João Eugênio (PPS) e o presidente da Casa, Eraldo de Pedra Preta (PTN), já os que votaram contra o parecer, foram, Geovane Cezar (PR), Oscar Miguel (PSC) e Demir (PMDB). A vereadora Rogéria de Zeca (PSDB), não esteve presente na reunião.

Evilásio Araújo vive situação política extremamente complicada | Foto: Divulgação
Com a reprovação dessas últimas contas, o ex-prefeito acumula quatro contas rejeitadas, que são referentes aos exercícios de 2009, 2011, 2012 e 2013. Diante dessa situação, o ex-prefeito entra no rol da lista dos ‘Fichas-Sujas’ e está com seu futuro político ameaçado, além de inúmeras complicações jurídicas que o mesmo terá que enfrentar.

Por Paulo Pereira
Da redação | PE mais

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