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10 de jan de 2017

"Posso afirmar que não mais estarei em um palanque Calabar”, diz Fábio de Jairo em entrevista

O patrulheiro rodoviário federal e articulador político Fábio de Jairo esteve no programa Espaço Aberto da Rádio Comunidade na última sexta-feira (06). Ele revelou fatos e passagens dos bastidores do grupo Calabar de Taquaritinga do Norte, que prometem repercutir pesadamente nos bastidores da Dália da Serra. Filho de Jairo, um dos fundadores do partido Calabar, Fábio viu em 2016, mais uma vez, o seu sonho de disputar o cargo de prefeito, ou vice, em sua terra natal ir por água a baixo.

Sem espaço – “Passei 30 anos da minha vida militando no grupo Calabar, meu pai foi um dos fundadores do partido e porque eu não ter uma oportunidade de disputar uma eleição na chapa majoritária? Me prometeram o espaço necessário para eu chegar ao meu objetivo, no entanto, quando as coisas se afunilaram, cada um olhou apenas para si e mais uma vez me deixaram de fora”.

Arrependimento x Decepção – “Mais do que arrependimento, tenho decepção, pois fomos criados a vida inteira em grupo onde dizia-se que Calabar não tinha dono e hoje tem, Zeca e Evilázio bancam de donos do grupo e isso eu não posso engolir, não posso admitir. Acredito que agora cada um deve seguir o seu caminho, por isso mesmo tomei a decisão que tomei”.

Rompimento com o grupo Calabar – “Estou rompido com Evilásio e Zeca, que para mim, são os representantes do grupo, eles são a cara do grupo. Onde eles estiverem eu não estarei, por consequência, posso afirmar que não mais estarei em um palanque Calabar”.

O acordo – “Faltando poucas semanas para a eleição eu tive uma conversa com Lero e ele me mostrou o que tinha sido acordado com Evilásio. Vi então que o ex-prefeito reivindicava uma grande fatia do futuro governo de Lero. De imediato eu disse a Lero que aquilo não era certo e que não terminaria bem, no entanto, ele me disse que para ser prefeito ‘precisava’ de Evilásio. Naquele momento eu disse que daquela forma eu não poderia apoiar sua candidatura e ele, de forma fria, disse apenas que a ‘nossa amizade continuaria a mesma, mas que não podia fazer nada’”.

Aproximação com Jânio Arruda? – “Não teria problema algum. Inclusive essa semana, depois de 25 anos intrigado de Erivaldo, ex-prefeito, ele chegou e me cumprimentou. Confesso que fiquei surpreso, mas agora já vejo com naturalidade. Nada impende que eu converse com Jânio Arruda, agora tudo terá que acontecer na hora certa e da maneira certa”.

Decepção com Lero – “Total. Ele foi conivente com tudo o que foi feito comigo, durante todo o tempo”.

Decepção Diogo Moraes – “Mais ainda. Diogo foi o avalista político disso tudo”.

Um trem de arrependidos – “Hoje não tem um eleitor que tenha votado em Jânio Arruda e que esteja arrependido, agora eleitores que votaram em Lero e que estão arrependidos, dá para encher um trem”.

Da Redação | PEmais
Com informações do blog de César Mello

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