11 de jun de 2016

OPINIÃO: "O direito de nascer"

O valor da pessoa humana, a divindade e a grandeza que cada um de nós temos dentro da gente, não pode ser destruída. Vivemos hoje em uma cidade fantasmagórica, banco não tem dinheiro, delegacia só em Santa Cruz do Capibaribe, lugares para se divertir não tem, mas o maior absurdo, o inadmissível é saber que os filhos de Taquaritinga não tem mais o direito de nascer na sua própria terra e agora estão tendo que nascer em outras cidades, fica a pergunta: como ficará o IDH da cidade para os dados sobre natalidade, mortalidade doenças, etc?

E o FPM do município? Pois o mesmo só aumenta de acordo com o número de habitantes. Uma geração de bebês está tendo como terra natal, Santa Cruz do Capibaribe, Vertentes, Surubim e Caruaru. Essas cidades serão beneficiadas no futuro com o aumento do FPM, mas Taquaritinga ficará com o crescimento demográfico e o prejuízo no repasse do governo federal, ou seja, as consequências ficarão para o futuro e esse erro será irreparável, isso é o cúmulo do absurdo e algo que nos deixa indignados.


Marcos Pontes
é Funcionário Público e reside em Taquaritinga do Norte.
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*As opiniões assinadas não refletem, necessariamente, a opinião deste blog, sendo as opiniões expressadas, de total responsabilidade dos colunistas.

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