11 de abr de 2016

"O único culpado por esta desunião é o nosso Prefeito", dispara Júlio César contra Evilásio Araújo no Facebook

A união Calabar é o assunto político do momento em Taquaritinga do Norte. Após uma reunião que aconteceu na última sexta-feira (08), entre membros das duas parte do grupo, agora dividido, os principais militantes vermelhos ensaiaram uma reaproximação entre o prefeito Evilásio e o vice-prefeito Lero, rompidos politicamente há mais de dois anos. A tentativa de união entre os dois líderes políticos começou a fracassar após a participação de ambos nos programas de rádio da Farol FM, onde as duas metades do grupo mostraram pensamentos diferentes.


No domingo (10), o radialista Alberes Xavier, que defende o projeto político de Lero, fez uma postagem no Facebook e anunciou que a 'União Calabar' estaria perto de acontecer. A publicação rendeu muitos comentários, inclusive do ex-secretário de agricultura, Júlio César Pontes, que manifestou sua opinião sobre o tema.
"Acho difícil acontecer uma união pode até ter acordos! Mas o Grupo vem defendendo uma pesquisa com o nome de todos esta é a única forma de unir sem que as pessoas quebrem suas palavras".
Júlio César prosseguiu, e dessa vez jogou a culpa do impasse no prefeito Evilásio Araújo, que segundo ele tenta impor a candidatura do empresário Gena Lins.
"O único culpado por esta desunião é o nosso Prefeito que agiu como uma mulher adultera e saiu de casa para buscar no grupo adversário um homem para ser o candidato e impôs sua candidatura e apenas ele pode resolver esta questão pois o mesmo disse que o nosso grupo definiria seus candidatos através de pesquisa e do gari ao vice prefeito qualquer um poderia ser o candidato", cravou o ex-secretário, que se coloca também, como pré-candidato a prefeito do grupo Calabar.
A situação política do grupo Calabar é confusa, os interesses pessoais começam a ficar cada vez mais claros enquanto se aproxima o período da campanha eleitoral. O impasse no grupo promete ainda capítulos surpreendentes e um final imprevisível.

Por Paulo Pereira | PE mais

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