7 de abr de 2015

Santa Cruz intensifica combate à Dengue e a Chikungunya


A Secretaria de Saúde de Santa Cruz do Capibaribe, tem intensificado o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue e da Chikungunya. Pernambuco está em alerta para o aumento das notificações de casos de dengue neste início de ano, que vem apresentando períodos de sol intercalados com chuvas, clima propício para a proliferação das larvas e do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. 

Entre os dias 4 de janeiro e 21 de fevereiro, foram notificados 3.571 casos da doença (481 confirmações) em 115 municípios de Pernambuco, um crescimento de 150,60% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram notificados 1.425 casos (431 confirmados). O BCC (Bloqueio e Controle de Criadouros), e a nebulização têm contribuído para o combate ao mosquito em Santa Cruz.

Segundo Carol Caraciolo, coordenadora a vigilância epidemiológica de Santa Cruz, a epidemia de dengue esta acontecendo em todo país, e mesmo com o aumento de casos em todo estado, Santa Cruz é uma das cidades com menor incidência da doença, a situação não esta pior devido ao combate que sempre é feito pela vigilância através de capacitação e campanhas como o dengue zero e o peixamento feito pelos agentes de endemias.
“Nós estamos com equipes nas ruas, sempre nas regiões onde há casos confirmados da doença. Primeiro os agentes fazem o BCC, onde eliminamos locais com água parada, recipientes que possam acumular água e aplicamos o larvicida. Depois, no outro dia, passamos novamente para fazer a nebulização, que é a aplicação do inseticida. Essas ações são eficientes no combate ao mosquito, mas ainda assim é preciso que o morador esteja sempre em alerta”, explicou Carol.
Vários mutirões são organizados na tentativa de diminuir os casos, mais o maior esforço tem que partir da população, controlando dentro de casa os focos do mosquito.


Conscientização - Todas essas campanhas só serão positivas se a população contribuir de forma consciente sobre os riscos da doença e ajudar no combate ao mosquito Aedes Aegypti. É importante que os moradores recebam os Agentes de Saúde, sempre que forem visitados. A população deve sempre manter bem tampados caixas d’água, jarras, cisternas, poços ou qualquer outro reservatório de água, lixeiras tampadas e secas, nunca jogar lixo em terrenos baldios, colocar no lixo todo objeto que possa acumular água. O lixo deve ser colocado em sacos plásticos bem fechados, lavar os bebedouros de animais com uma bucha pelo menos uma vez por semana e trocar a água todos os dias, cobrir e guardar os pneus em locais secos, protegidos das chuvas, guardar as garrafas secas de cabeça para baixo e não deixe no quintal objetos que acumulem água.

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